O Boom do Rock Português

Timeline created by LeonorGomes
In Music
  • Vilar de Mouros

    Vilar de Mouros
    Criado em '65 pelo médico António Barge, este festival começou com o objetivo de divulgar a música do Alto Minho e arredores. Em '68, o local acolhe músicos de intervenção e fadistas, não se tendo, no entanto, considerado ainda festival. Foto: Carlos Paredes, Adriano Correia de Oliveira e Zeca Afonso em Vilar de Mouros, 1968.
  • Period: to

    Lado A - Pré Revolução

    «Estar no rock nesse tempo era difícil porque muitas vezes acarretava desavenças com a família, com a escola, com os vizinhos e... sobretudo com a polícia...».
  • Festival em Oeiras

    Festival em Oeiras onde atuaria Zeca Afonso, entre outros, forçado a fechar pelas autoridades.
  • Beatnicks

    Beatnicks
    João Ribeiro, Mário Ceia, Zé Diogo e Rui Pereira da Silva (Pipas) formam banda principal em 1970, juntando-se mais tarde Lena D'Água e António Leal. Estando em atividade até agora, a banda conta com dois álbuns long play (os chamados LPs), um álbum extended play (EP) e ainda três singles. Arquivo RTP | Beatnicks
  • Petrus Castrus

    Petrus Castrus
    A banda dos irmãos Castro viu o seu primeiro álbum, "LP Mestre", ser confiscado por utilizar poemas revolucionários como letras. Gravado em França, o poema transformado em música "S.A.R.L.", de Ary dos Santos, mostra exatamente o caminho que a banda tentava tomar através da sua música. A posição política dos integrantes faz tanto barulho quato o punk que tocavam. Petrus Castrus | S.A.R.L.
  • Os Chinchilas

    Os Chinchilas
    Filipe Mendes, mais conhecido por Phil Mendrix, lança o single “Barbarella 70” com a sua banda Chinchilas. Os Chinchilas separar-se-iam nesse mesmo ano, tendo ficado para a história como a primeira banda de rock psicadélico em Portugal. «Como gostávamos dos Animals (...) e como estavam na moda os casacos e as criações de chinchilas... e as miúdas achavam os bichinhos muito giros, ficámos Os Chinchilas»
    - Phil Mendrix.
    Os Chinchilas | Barbarela 70
  • Sindicato

    Sindicato
    Os Sindicato foram um banda de rock que tocava covers, tendo chegado a lançar originais em inglês. Jorge Palma foi um dos integrantes da banda, antes de iniciar a sua carreira a solo. O último concerto do grupo foi no festival Vilar de Mouros de '71. Sindicato | The Grass
  • O Primeiro Festival Rock Português

    O Primeiro Festival Rock Português
    Vilar de Mouros recebe o Primeiro Festival Rock português em '71, tendo sido considerado o verdadeiro Woodstock Português. Entre 31 de julho e 15 de agosto, nomes internacionais e nacionais levaram mais de 20 mil pessoas à terra do concelho de Caminha. Elton John, Sindikato, Chinchilas, Psico, Beatnicks e ainda Amália Rodrigues, entre outros, foram alguns dos nomes que fizeram cartaz. Extrato de filme 8mm de João Jales
  • Heavy Band

    Heavy Band
    Phil Mendrix cria a banda Heavy Band juntamente com Zé Nabo e João Heitor. A banda torna-se mítica pois apenas consegue editar o seu primeiro álbum em Angola, comprovando, assim, a raridade do rock nacional na época e alimentando ainda mais o "bichinho" da revolução musical. Heavy Band | "Beggar Man" & "Funky"
  • Jorge Palma

    Jorge Palma
    Faz a sua estreia a solo em ’72 e rapidamente se transforma num marco nacional. “Bairro do Amor”, de '79, é considerado um dos mais importantes trabalhos editados em Portugal. Palma nunca parou de compor: o foco encontra-se no projeto "Palma's Gang", que se estreou numa noite apenas no bar "Johnny's Guitar", no Bairro Alto, com músicos das bandas Rádio Macau e Xutos e Pontapés. Jorge Palma | Na Terra dos Sonhos
  • Go Graal Blues Band

    Go Graal Blues Band
    Os Go Graal Blues Band nasceram em 1975 e logo assinam contrato com a Imavox, editando o seu primeiro LP em '79. Pouco depois, Paulo Gonzo junta-se à festa e em 1980, Luís Filipe Barros, apresentador do Rock em Stock, produz o single “Lay Down”, chegando ao primeiro lugar no top do programa. Acabam por se separar em 1989. Go Graal Blues Band | Touch Me Now
  • Arte e Ofício

    Arte e Ofício
    Os Arte e Ofício, vindos do Porto, foram a primeira banda jazz rock portuguesa. Existiu entre ’75 e ’83, durante o Boom, e mesmo apenas cantando em inglês, revolucionou o rock nacional ao experimentar a fusão de vários estilos rock. No seu final, contabilizava dois álbuns, quatro singles e uma lista invejável de concertos míticos por todo o país. Arte & Ofício ao vivo
  • Period: to

    Lado B - Pós Revolução: O Boom do Rock Nacional

    As variantes do punk e rock cantadas em português. A nova liberdade fomenta a criatividade dos artistas portugueses e cria um período com muitas bandas, muita música, concertos e cultura que, sem dúvida, é a base de toda a nossa música atual.
  • Lena D'Água

    Lena D'Água
    Lena D’Água passou pelos Beatnicks e gravou com os Petrus Castrus, mas em ’80 , depois de representar Portugal no festival da canção, junta-se aos Salada de Frutas. Lena D’Água lançou quase duas dezenas de trabalhos, entre singles e LPs, tendo continuada a fazer parte do panorama musical português devido ao seu talento e carisma. Lena d'Água & Atlântida | Demagogia
  • O radialista António Sérgio

    O radialista António Sérgio
    Este foi um dos principais radialistas portugueses, tendo sido o primeiro a transmitir grandes nomes como Patti Smith e Joy Division. Sérgio apoiou igualmente a música nacional ao transmiti-la nos seus vários programas de rádio como, por exemplo, “Rotação”.
  • Aqui d'el Rock

    Aqui d'el Rock
    Os Aqui d’el Rock, foram uma das primeiras bandas punk portuguesas, criada em '77. Os lisboetas foram os primeiros a editar um álbum punk em Portugal, o “Há Que Violentar O Sistema”, um marco ainda nos dias de hoje.
    "O Aqui d'el Rock vai violentar o sistema. Pelo menos é o tema do single que saiu entre nós. O Aqui d'el Rock é o primeiro conjunto punk a gravar disco, será que se lhes sucedem outros?"
    - RTP Aqui d'el Rock | Há Que Violentar o Sistema
  • Jornal SE7E

    Jornal SE7E
    Criado em 1977, este foi o jornal que mais acompanhou a época de ouro do rock português. Tendo apenas durado até ’94, deixou a sua marca como um dos mais importantes meios de divulgação de novas bandas, artistas e espaços de música ao vivo.
  • UHF

    UHF
    Os UHF, banda do autointitulado Jim Morrison português, António Manuel Ribeiro, são a mais antiga banda rock em atividade. Também são considerados os pais do Boom do rock português, contando com quase duas dezenas de álbuns. “À Flor da Pele” é considerado um dos álbuns mais importantes da bíblia do rock nacional. A banda continua a correr o país afora, são uns verdadeiros “Cavalos de Corrida”. UHF | Rua do Carmo
  • António Variações

    António Variações
    António Variações morreu cedo de mais. Empregado de escritório, barbeiro, empregado de balcão e homem espetáculo. Com apenas dois álbuns em seu nome, dedicou o primeiro LP “Anjos da Guarda” à fadista Amália Rodrigues, a sua grande referência. O seu segundo LP, "Dar & receber", sai em '84, quando o artista já se encontrava internado. António Variações | Canção do Engate
  • Xutos e Pontapés pt. I

    Xutos e Pontapés pt. I
    A banda estreia-se nos “Alunos de Apolo”, em ’79, criada por Kalú, Tim, Zé Leonel e Zé Pedro. Já foram os Delirium Tremens, depois Beijinhos e Parabéns e, em '78, tornaram-se nos definitivos Xutos e Pontapés. Inicialmente, o vocalista era Zé Leonel, mas viria a ser Tim o homem do leme. A banda, que estrategicamente desapareceu no período do Boom, ainda lançou o álbum 78/82, deixando o melhor para depois. Xutos e Pontapés | Semen
  • Televisão: "Soltem o Rock... mas guardem-no bem!” com José Nuno Martins

    "Soltem o Rock... mas guardem-no bem!” foi um programa da RTP2, apresentado por José Nuno Martins, em colaboração com a Rádio Portugal, que dava toda a sua atenção ao que se ia fazendo na área do rock português.
  • Trabalhadores do Comércio

    Trabalhadores do Comércio
    Sérgio Castro e Álvaro Azevedo fundam os Trabalhadores do Comércio em '79, no Porto. Estreiam-se com um EP em '80 e marcam pela diferença ao cantar com um forte sotaque do norte. Em '81, lançam o primeiro LP, "Trips à Moda do Pôrto", que continha a música mais famosa da banda: "Chamem a Polícia". Conseguiram sobreviver, tendo lançado o último LP em 2007. Trabalhadores do Comércio | Chamem a Polícia
  • Rádio: "Rock on Stock" com Luís Filipe Barros

    Rádio: "Rock on Stock" com Luís Filipe Barros
    O primeiro programa foi transmitido na Rádio Comercial em 1979, apresentado por Luís Filipe Barros. O radialista nunca escondeu o seu apoio pelo rock nacional, tendo produzido diversos álbuns e utilizado o seu programa de rádio para publicitar o produto português. Em 1982, Barros termina o programa, retornando em 1987.
  • Salada de Frutas

    Salada de Frutas
    No final de '80, Lena D'Água, Luís Pedro Fonseca e Zé da Ponte criam a banda Salada de Frutas. Pouco depois, lançam o primeiro LP, "Sem Açucar" e em '81 lançam o single "Olha o Robot". Após uma atuação na Festa do Avante de '81, a banda decide dispensar Lena D'Água, o que gerou alguma polémica. Em '82, mudam o nome para apenas "Salada" e em 1983 separam-se finalmente. Salada de Frutas | Olha o Robot
  • Jafumega

    Jafumega
    Os Jafumega, do Porto, lembraram ao país que “a ponte é uma passagem prá’ outra margem”. O primeiro álbum "Estamos Aí", de '80, foi gravado totalmente em inglês. Seguindo a onda portuguesa, lançaram o single "Dá-me Lume" com a música "Ribeira" no lado B. 3 anos depois, a banda separa-se. Jafumega | Latin'America
  • GNR

    GNR
    Os GNR, ou Grupo Novo Rock, nascem no Porto, tendo sido umas das primeiras bandas pop rock em Portugal. A formação original apresentava Alexandre Soares (voz e guitarra), Vítor Rua (guitarra) e Tóli César Machado (bateria). Contam com mais de 10 álbuns editados e nunca pararam de tocar. Em '81, Rui Reininho junta-se e as letras ganham um tom mais sarcástico. Lançam de seguida o LP "Independança". GNR | Portugal na CEE
  • Rui Veloso

    Rui Veloso
    Estreou-se na abertura do Rock Rendez-Vous em '80 e logo ganhou o cognome "Pai do Rock", mas Veloso sempre foi um homem do blues. Com mais de uma dezena de álbuns editados, os mais importantes são, talvez, o primeiro "Ar de Rock" e “Mingos & Os Samurais”, que alcança 7 platinas e diversos prémios e que é, ainda hoje, um dos álbuns essenciais do nosso rock. Continua a tocar e a compor, com letras de Carlos Tê. Rui Veloso | Rapariguinha do Shopping
  • Bar Rock Rendez-Vous (Lisboa)

    Bar Rock Rendez-Vous (Lisboa)
    Este espaço, criado pelo antigo baixista dos Ekos (anos 60), Mário Guia, foi um dos espaços mais simbólicos da época dourada do rock nacional. Produziu cerca de 1500 concertos com mais de 300 artistas entre 1980 e 1990, tendo apresentado Rui Veloso e o seu primeiro álbum, “Ar de Rock”. Com sete edições, o seu “Concurso de Música Moderna” serviu de catalisador para o surgimento de novas bandas. Documentário RRV
  • Carlos Tê: compositor e letrista

    Carlos Tê: compositor e letrista
    Carlos Tê fez-se notar ao colaborar com Rui Veloso no álbum "Ar de Rock", não tendo chegado aos palcos pois apenas compunha e escrevia. Da sua autoria podemos reconhecer "Chico Fininho" e "Máquina Zero". Para além de Rui Veloso, Tê também colaborou com os Salada de Frutas em '81 e Jafumega em '82.
  • Táxi

    Táxi
    Inicialmente, a banda chamava-se Pesquisa e havia sido criada em 1979, no Porto. Depois, em '81, a banda muda o nome para Táxi e rebenta com o tema “Chiclete”, tendo sucesso imediato. Atuam pela primeira vez em Lisboa, fazendo a abertura da primeira parte dos britânicos The Clash. O seu álbum “Táxi” vende mais de 70 mil cópias e torna-se o primeiro disco de ouro do rock português. Táxi | Chiclete
  • Heróis do Mar

    Heróis do Mar
    Dos Corpo Diplomático nascem os Heróis do Mar. Estreiam com o single “Brava Dança dos Heróis” e provam que têm um material diferente e à frente do seu tempo, inspirando-se fortemente nos movimentos que despoletavam em Inglaterra. Editaram 6 álbuns ao longo de quase uma década, batendo o pé e tornando-se numa das bandas mais importantes do período do Boom. Heróis do Mar | Só Gosto de Ti
  • Grupo de Baile

    Grupo de Baile
    O single “Patchouly” consegue vender quase 100 mil cópias e coloca os Grupo de Baile na boca do povo. No entanto, a banda do Seixal não sobrevive e pouco tempo depois sofre com a depressão do pós Boom. Voltaram para os bailes e nunca chegaram a editar um álbum. A banda pode ter se afastado da "cena" rock, mas deixaram uma nova preocupação às "miúdas das escolas secundárias": o seu buço. Grupo de Baile | Patchouly
  • Street Kids

    Street Kids
    Os Street Kids, de Cascais, apresentam-se no programa de Luís Filipe Barros, o Rock em Stock, com o single “Let Me Do It”, em '81. Já em '82, lançam “Trauma”, o primeiro e único álbum da banda. A banda acaba por se desfazer pouco tempo depois, não conseguindo resistir à crise do rock português. Street Kids | Propaganda
  • IODO

    IODO
    “Malta à Porta” foi um dos grandes sucessos dos IODO, de Almada, que se estrearam no palco do Rock Rendez-Vous em '81, impressionando o público com a energia invulgar em palco. "Esta banda da banda de lá" lançou apenas um LP, “Manicómio”, mas não conseguiram sobreviver à crise do Boom do rock português, como tantas outras bandas. IODO | Malta à Porta
  • Adelaide Ferreira

    Adelaide Ferreira
    A música “Baby Suicida” apresenta Adelaide Ferreira como sendo uma miúda cheia de rock, tanto na atitude como na potência vocal. A atriz/cantora consegue vender mais de 20 mil cópias do tema que compôs com Luís Fernando. Em ’85, representa Portugal no Festival da Canção, lançando vários álbuns nos anos que se seguiram. Adelaide Ferreira | Baby Suicida
  • Roquivários

    Roquivários
    Os Roquivários lançam pela rádio Triunfo o álbum “Pronto a Curtir”, mas as coisas não correm como o esperado. No entanto, "não levam a mal": assinam com a EMI e lançam “Roquivários”, já com Midus, a nova vocalista que canta o sucesso “Cristina (Beleza é Fundamental)”. Assim como muitas bandas nascidas no período do Boom, não sobrevivem e desaparecem pouco tempo depois. Roquivários | Cristina
  • C.T.T.

    C.T.T.
    O Conjunto Típico Torreence começa começa a apresentar-se com as iniciais CTT. Com o single “Destruição” conseguem entrar no top nacional, mas não durou muito tempo. Lançam o LP "8 Encomendas", produzido por António José de Almeida, o baterista dos Heróis do Mar, mas acabam por voltar ao circuito dos bailes. C.T.T. | Destruição
  • Rádio: "TNT: Todos no Top" com Jorge Pêgo

    Rádio: "TNT: Todos no Top" com Jorge Pêgo
    Jorge Pêgo apresentava o seu programa na Rádio Comercial, passando de tudo rock, desde o nacional ao internacional.
  • Ocaso Épico

    Ocaso Épico
    Esta banda de rock alternativo, criada por Carlos Cordeiro (Farinha), Alberto Garcia, Anabela Duarte, Ricardo Camacho e Rui Magalhães vê o seu primeiro single, "Memórias", na compilação "Ao Vivo no Rock Rendez-Vous". Gravam o primeiro álbum em '88, "Muito Obrigado", o segundo no ano seguinte e em '95 separam-se. Ficam na memória pelos concertos na famosa sala de espetáculos. "Memórias" ao vivo no Rock Rendez-Vous
  • Sétima Legião

    Sétima Legião
    Os Sétima Legião, formados em ’82, integram uma forte influência dos Joy Division nas suas músicas. “Por Quem Não Esqueci” é um dos temas mais marcantes da banda, do seu segundo LP. Foram gravando vários álbuns, o último em 2000. Sétima Legião | Sete Mares
  • Vilar de Mouros '82

    Vilar de Mouros '82
    O festival de '82 é ainda hoje considerado um dos mais importantes alguma vez realizados em Portugal. O apelidado "festival das broncas", pelas divergências dentro da organização, deu-se entre 31 de julho e 8 de agosto e tinha como objetivo apresentar uma grande variedade de géneros musicais. Foi assim que bandas como os U2, Echo & The Bunnymen, Carlos do Carmo, GNR e Jafumega, entre outros, integraram o cartaz mais relevante da década. Fotografias
  • Rádio Macau

    Rádio Macau
    Xana, Flak e Alex formam os Rádio Macau em '83. Editam o primeiro álbum pela EMI em '84 e sobrevivem por mais de uma década. A música "O Anzol", a mais conhecida da banda, é comparada ao sucesso da "Just Like Heaven", dos ingleses The Cure. O projeto acaba por adormecer, mas volta com uma nova sonoridade integrada pela Xana a solo, já em '94. Rádio Macau | Cidade Fantasma
  • Flyer Rock Rendez-Vous

    Flyer Rock Rendez-Vous
    De maneira a que os fãs portugueses não perdessem um único concerto, a equipa do Rock Rendez-Vous criava flyers mensais. Neste podemos ver a apresentação de Rui Veloso, dos Negra Troop e dos GNR. Para além de espetáculos ao vivo, o bar apresentava vídeos de concertos internacionais. Aqui, são apresentados vídeos de David Bowie e dos The Cult. “Ir ao RRV era quase uma obrigação.” - Miguel Ângelo. "O whisky era muito mau." - António Manuel Ribeiro (UHF)
  • Essa Entente

    Essa Entente
    Criada em 1984, os Essa Entete assumiram-se como uma importante banda de pop rock do final do Boom português. Com apenas um álbum gravado e um single lançado, a banda caraterizava-se mais pelas aberturas que fazia e pela sua participação em concursos, principalmente os do Rock Rendez-Vous. Essa Entente | Dança Nua
  • Revista BLITZ

    Revista BLITZ
    Tendo sobrevivido até aos dias de hoje, a Blitz foi uma das mais importantes revistas a publicitar e apoiar o rock português. Rivalizava diretamente com o jornal SE7E, o que ajudou a impulsionar ainda mais o rock português pois obrigou a uma presença forte de ambas as equipas dentro do Mundo que eram as novas bandas em ascensão.
  • Flyer 4º Aniversário do Rock Rendez-Vous

    Flyer 4º Aniversário do Rock Rendez-Vous
    No quarto aniversário da sala de espetáculos, o Rock Rendez-Vous não podia deixar de abrir. A noite prometia música, muita música, e oferta de discos para quem conseguisse chegar ao final intacto.
    "Depois disto, os sobreviventes (se os houver) podem levantar os discos a que têm direito e abandonarem o local do crime. (Discretamente)."
  • Peste & Sida

    Peste & Sida
    Os Peste & Sida, de Lisboa, apresentaram-se pela primeira vez na 4ª edição do "Concurso de Música Moderna" do Rock Rendez-Vous, tendo depois assinado um contrato para um LP que os definiu como punk. No seu segundo disco, mostram-se mais rock, com traços reggae. Até 2004, apresentaram um total de sete álbuns e duas compilações e são, sem dúvida, um marco do rock português. Fica a questão: estaria forte o sol na Caparica? Peste & Sida | Paulinha
  • "O ROCK PORTUGUÊS ESTÁ BEM E RECOMENDA-SE"