INFORMÁTICA EDUCATIVA NO BRASIL-Diana Silvia - Kécia Maria

Timeline created by Kecia Maria
  • O surgimento de informática educativa no Brasil

    A informática educativa surgiu no Brasil na década de 1970, com experiências geradas em universidades públicas.
  • Introdução da Informática Educativa nas escolas de 2° grau

    Devido as experiências iniciais de inserir a Informática Educativa nas Universidades públicas, a Universidade Estadual de Campinas articulou a ideia de levar computadores à Educação Básica.
  • Realização do Seminário Internacional de Informática Educativa

    O computador passou a ser visto, efetivamente, como ferramenta para auxiliar o processo de ensino e aprendizagem.
  • Realização do Seminário Internacional de Informática Educativa

    O computador passou a ser visto, efetivamente, como ferramenta para auxiliar o processo de ensino e aprendizagem.
  • EDUCOM (Computadores na Educação)

    Projeto que visava proceder a estudos e ações ligados diretamente ao desenvolvimento da informática educativa no País.
  • Projeto FORMAR

    O projeto tinha foco na formação de recursos humanos para trabalhar pedagogicamente as novas ferramentas.
  • Programa Nacional de Informática Educativa (PRONINFE)

    Ficou caracterizado pela criação dos Centros de Informática na Educação de 1º e 2º graus (CIED) que tinham a função de multiplicadores do emprego da informática em escolas públicas brasileiras.
  • Políticas Públicas no Brasil

    Em meados da década de 1990 foram estabelecidas no Brasil políticas públicas voltadas para a disseminação e uso das tecnologias digitais nas escolas da Educação Básica brasileiras.
  • Programa Nacional de Informática na Educação (PROINFO)

    Este novo programa fomentou sobremaneira a criação de laboratórios de informática educativa (LIE), nas escolas públicas do País.
  • Aceleração do processo de informatização das escolas

    No início dos anos 2000, para alavancar o processo de informatização das escolas, o MEC firmou parcerias com outros ministérios, governos estaduais e municipais, organizações não governamentais (ONG) e empresas.
  • Software livre

    O Governo Federal, em 2003, determinou a adoção preferencial de software livre como solução informática em suas repartições.
  • Projeto One Laptop per Child

    Em 2005, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, foi apresentado ao governo brasileiro o projeto One Laptop per Child (OLPC). Trata-se de uma ONG internacional, homônima ao projeto, que objetiva proporcionar a cada estudante um computador portátil, de custo reduzido, com vistas à inclusão digital escolar.
  • Programa Um Computador por Aluno (PROUCA)

    m 2007 foi iniciado o Pré-piloto, do então denominado Programa
    Um Computador por Aluno (PROUCA) em 5 escolas públicas brasileiras, sob a coordenação da Secretaria de Educação a Distância (SEED) do MEC. Com estas experiências, inicia-se, portanto, oficialmente no Brasil o modelo de IE na situação 1:1, que prevê para cada estudante, um computador.
  • Fase 2 do projeto PROUCA

    No ano de 2010, teve sequência a fase 2 do projeto, denominada Piloto, com a participação de aproximadamente 300 escolas públicas do País, distribuídas nas 27 unidades da federação. entre os critérios, dois foram considerados requisitos essenciais: “infraestrutura capaz de dar suporte ao laptop educacional e o compromisso de uma efetiva política de formação dos gestores e professores para dinamizar os vários processos desta fase do projeto” (Brasil, 2009, p. 2).
  • Lei Nº 12.249

    A Lei Nº 12.249, de 10 de junho de 2010, além de criar o
    PROUCA, que até então era regulamentado por Medida Provisória, instituiu o Regime Especial de Aquisição de Computadores para Uso Educacional (RECOMPE) que regulamenta as formas de aquisição, pelo Governo Federal, dos laptops educacionais.
  • Edital para a licitação da compra de tablets

    No final de 2011, o Governo Federal, através do MEC, lançou edital para licitar a compra de quase 600.000 tablets para serem distribuídos em, aproximadamente, 58.000 escolas da Educação Básica.